O futuro do trabalho na saúde

09/12/2019

O tratamento da doença antes mesmo dela surgir. A saúde proativa está chegando aos hospitais, clínicas e consultórios particulares, onde o paciente procurava auxílio somente quando adoecia. Mas, agora, a proatividade está em capturar o maior número possível de informações de um indivíduo saudável, com análise de suas predisposições genéticas, para saber como agir e, assim, afastar um possível diagnóstico no futuro.

Para isso, os médicos têm cada vez mais à disposição aplicativos, softwares e dispositivos inteligentes como aliados no acompanhamento dos pacientes. De um lado, as inovações tecnológicas e, do outro, profissionais em constante atualização para exercer a medicina com qualidade.

Muda a forma de pensar na doença e no paciente. A personalização dos diagnósticos e tratamentos serão essenciais para atender o consumidor de serviços de saúde com base em seus dados clínicos e genéticos. E a palavra prevenção sempre será bem-vinda para detalhar às pessoas como os hábitos de vida impactam na geração de doenças.

 

Profissionais jovens

Acompanhar as inovações tecnológicas não será problema aos médicos, cada vez mais jovens em atuação no país. De acordo com o estudo Demografia Médica no Brasil, de 2018 (FMUSP, CFM e Cremesp), a média da idade dos médicos em atividade é de 45,4 anos. Essa média vem caindo ao longo do tempo, apontando para o juvenescimento da medicina. Esta tendência, segundo a pesquisa, é resultado principalmente da abertura de novos cursos pelo país.

 

Atuação feminina

Os homens são maioria entre os médicos, com 54,4% do total de 414.831 profissionais em atividade em 2017. A diferença, no entanto, vem caindo a cada ano e aponta para uma crescente atuação feminina na medicina brasileira. Entre os profissionais mais jovens, as mulheres já são maioria e representam 57,4% no grupo até 29 anos e 53,7% na faixa entre 30 e 34 anos.

 

Especialidades médicas

A pediatria, especialidade com maior preferência entre os médicos recém-formados ouvidos pelo estudo, é também a preferida das mulheres, mas entre os homens é apenas a sétima colocada. As cinco especialidades de maior preferência geral são pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia e anestesiologia. Ginecologia e obstetrícia, a segunda especialidade entre as mulheres, é a 12ª opção para os homens. Cirurgia geral é a preferencial deles, sendo a terceira no geral e a quinta entre as mulheres.

 

Carreira no futuro

O estudo Demografia Médica no Brasil traz outra dado interessante: a grande maioria dos médicos recém-formados considera fundamental uma boa combinação entre trabalho e vida pessoal. Para 83,6% deles, a “capacidade de obter um equilíbrio entre a profissão e a vida pessoal” é um dos fatores mais importantes para um “exercício profissional satisfatório e gratificante”.


 

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